segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Início, meio e segue o baile dentro da telinha.

Em 1924 que surgiu a transmissão, em Londres e analógica. Um ano depois, veio com movimento. Primeiro vieram os Jogos Olímpicos, invenções e novidades que aumentaram pós Segunda Guerra, ainda mais no quesito de qualidade de imagem. Frei José Mojica foi o nome de 1950 no Brasil, fazendo a pré-estréia da televisão e marcando o surgimento da TV Tupi, pioneira por aqui com capacidade para passar um telejornal. O rádio já estava no solo da comunicação, e alguns programas passaram para a telinha do movimento. As cores surgiram nos Estados Unidos e vieram para os brasileiros em 1972, na Festa da Uva em Caxias do Sul. E agora? Agora temos a TV Digital... Disponibilidade de horários dos serviços e o fim das propagandas propriamente ditas. Digamos que o começo da loucura dos publicitários. Ótimo! Somos jornalistas... E apostamos que cada fim é um novo começo. Em 2016 a TV analógica deixa de ser um sinal obrigatório por aqui, mas a evolução nos leva a crer que esse meio de comunicação continue com a força que tem hoje, mesmo nas camadas mais baixas da população. E do mesmo jeito que o rádio e o jornal impresso estão se expandindo, a TV não ia ficar para trás. E o futuro não reserva o fim do jornalismo, e sim uma maior especialização, um maior aprendizado (porque fácil mesmo é Engenharia).

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