Com a experiência de uma transmissão ao vivo encerramos o nosso segundo módulo, dando mais um passo nessa nossa trajetória. Sobre ele (o rádio), podemos contar assim...
Há 3 semanas, 2 de outubro de 2008, conhecemos a história desse primeiro meio de comunicação brasileiro.
Lembram das tele-novelas? Pois é, no final do séc XIX e início do séc XX eles viviam sem as brigas de Patrícia Pillar e Claudia Raia (Flora e Donatela de A Favorita).
Foi o gaúcho Roberto Landell de Moura que chegou às conclusões sobre transmissão de informações sem fio, mas quem patentiou foi o italiano Guglielmo Marconi - um padre e físico.
Tá bom aí? As peripécias jornalísticas não ficam só nisso... Quem se aproveitou do meio de comunicação foram Churchill e Hitler, que passavam as suas genialidades (ou as suas loucuras, como queiram interpretar) por meio desse nosso futuro veículo de trabalho.
No Brasil, a primeira transimissão veio em 1922, mesma data da semana de Arte Moderna, do lançamento das vanguardas... Uma revolução! E o que foi ao ar foi um discurso do então presidente Epitáfio Pessoa.
Em 1923 veio a primeira emissora nacional e o auge se deu com o Repórter Esso.
AM ou "amplitude modulada", podemos resumir como maior alcance e menor qualidade de som, por isso que as rádios dessa sintonia não trabalham com muitas músicas. FM ou "freqüência modulada" tem maior qualidade de som, com uma maior sequência musical, mas menor alcance, não chegando em todos os lugares. Em 1970 estoura no Brasil o FM Estéreo, trazendo o rock para o cenário nacional.
O futuro? Já dizia Roosevelt: "O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos". Mas o nosso, ou o do rádio, em especial, está focado em Rádios digitais, podcastings, celularea e last.fm. Deixo maiores explicações pro Pellanda, ele nos dá um baile em relação à tecnologia (em consideração ao modo com que ele e seu celular fazem a chamada).
No dia 9 de outubro, tivemos um debate sobre o rádio e logo depois, com uma pauta da nossa escolha, testamos a nossa voz no saguão da FAMECOS. Passamos a nossa notícia, seguido do nosso nome e depois nos reunimos no nosso QG (sala 107) para ouvirmos e trocarmos nossos nervosismos.
Para um primeiro contato, parabéns pro pessoal!
Alguns estavam quase morrendo na fila, outros nem olharam pro Pellanda (ressaltando que a gripe nos tirou a presença de Fábian na aula), e teve aqueles que engoliram o microfone. Natural. Somos bixos mesmo e a hora de errar é agora.
Para finalizar o processo e pular para o próximo módulo (sem camiseta de time na TV, hein?!) entramos na RádioFam ao vivo. Todos, em grupos de mais ou menos 10 pessoas. As nossas experiências foram relatadas abaixo, ainda na aula, como ORDENARAM nossos coordenadores. Resta desejar sucesso pra gente: Dessa noa programas Ultra-som, Fato consumado e no Congestão (ocupadérrima ela) e a Bru no Resumo esportivo. Não saia daí.