Sobre a primeira parte da aula:
Foi alí por 1300 que a comunicação geral começou. Estamos falando é de um quase jornal lançado na época para informar a população. Se deu certo não sabemos, mas certamente ele evoluiu o suficiente para chegar até aqui.
Os COPISTAS (é, isso mesmo) escreviam em pergaminhos e faziam as suas cópias em madeiras e... segue o baile (ou a comunicação)! Era assim e, graças à evolução, não o é até agora.
Logo depois já começou aquela história de papéis pregados em postes e "atirados" nas ruas como informativos. Isso sim que era criatividade!
Hoje temos o rádio, a televisão, a internet e todos os outros meios mais alternativos.
Mas a maior parte do debate feito em aula foi uma possível saturação das pessoas pelo jornal escrito (poderíamos dizer assim?). Enfim, são de 60 a 70 páginas de todas as loucuras que se possa imaginar e as pessoas ocupadas de hoje, às vezes (dizemos, quase sempre), não têm tempo para isso e passam despercebidas pelos acontecimentos. Olham no máximo as figuras ou leêm o lead (3Q ou 3Q+O+C+P) para, no mínimo, terem o que falar. E o Jornalista, que passa seu ciclo em uma redação se dedicando, onde fica? Fica na lembrança de um trabalho insano, como TIM LOPES, que entregou sua vida pela profissão. Ou estão aqui e ali, escolhendo o que deveria ser relevante para mostrar todos os dias.
Há controvérsias, mas tecnologia é algo incontestável. Não podemos fechar nossos olhos para as mudanças que acontecem diante de nós. E talvez esse administrador do jornal, que de jornalista não tem nada, não enxergue muita coisa. Não veja os interesses das pessoas, as suas necessidsades e tudo que vem junto com isso. Enfim, o que chega na nossa casa muitas vezes não nos interessa mesmo.
Até onde vai essa onda de mandar nos escritores, assim como na gente? Será que as pessoas continuarão sendo clientes de um jornal cada vez mais entediante? Esse seria o fim do jornal escrito? Seria o fim do prazer de sujar as mãos com a tinta e poder apreciar tudo pelo toque?
Segunda parte da aula:
A nossa trajetória mais real no jornalismo talvez esteja começando. Usamos os outros 45 minutos do jogo para colocar o plano em prática. "Suspeitos de um crime perfeito". Primeiro a burocracia da distribuição (mãos pra cima, pessoal!). É hora da escolha. Nos separamos, e podemos aqui relatar caminhos levados ao acaso.
Dessa e sua paixão por música (é, ela é assim). Pra quem não conhece, toda essa cabeleira loira não representa nada do que se vê. E ela se entrega, se apaixona, sabe o que quer e diz o que pensa.
A Bru largou a fissura pelo futebol (são vários os motivos) e partiu para a página policial. Subir o morro com colete à prova de balas e desvendar o tráfico de drogas em casas de família. Nem tanto, né?
Essas foram nossas escolhas, tiradas de: opinião, geral, mundo, cultura, política, polícia, esporte, economia. A pauta foi escolhida e até semana que vem teremos novidades nessa nossa corrida pela informação.
Que seja dada a largada! Além de famequianos animados, somos jornalistas. E sabemos que esse mundo da comunicação não vai acabar, apenas se renovar para o mais interessante. E vamos tirar proveito, até a última palavra proferida, do que esteja (ou não) ao nosso alcance. São ossos do ofício.
Beijos a todos, inclusive aos nossos queridos professores (bem puxa hahaha), até ao Eduardo que nos largou ;P.
Tiger Striped Fig Tree
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[image: Tiger striped fig tree]
Tiger striped fig tree
'Tiger' is hardy in USDA planting zones 7 to 10. At maturity, this tree
will reach between 10 and ...
Há 2 anos
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