quarta-feira, 26 de novembro de 2008

the end

Encerramos por aqui essa nossa convivência semestral em torno das aulas de quinta-feiras do LabJor. Deixamos nossas despedidas calorosas e nossos desejos de um próximo semestre tão bom quanto este! Nossos sinceros obrigadas ao professores Fábian e Pellanda pelas aprendizagens, pela paciência e principalmente pela confiança depositada em nós. Ficamos por aqui. Não perca o próximo capítulo dessa novela que se chama faculdade. E na Famecos, quem ta aqui sabe que é daquelas mexicanas que passam no SBT... Beijos à todos, maiores informações em: http://cyberfam.pucrs.br/labjormanha

sábado, 22 de novembro de 2008

Entrevistas e debates [2]

Na outra semana tivemos as outras três apresentações que faltavam, cada um com seus assuntos previamente escolhidos, entrevistado no primeiro bloco de 10 minutos e debate no segundo bloco de também 10 minutos. O FAMECOS 10 HORAS apresentou a Gabriela, que coordena a "casinha" da VIDA URGENTE na PUC. Eu (Bruna) fui câmera e fui a âncora do debate, que rendeu muitos comentários sobre a Lei Seca. Como uma apresentadora, fui ótima câmera...acho que vou seguir com a profissão!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Entrevistas e debates

Depois da etapa do boletim no saguão da FAMECOS no final de Outubro e sua consequente tremedeira generalizada, começamos hoje a primeira etapa de apresentação de um programa de TV. Vinte minutos, divididos entre entrevistas e debates em dois blocos.
Os primeiros grupos já apresentaram, o restante apresentará quinta-feira que vem.
Os programas foram ao ar pela Cyberfam e, com eles, a gente quase fecha o semestre!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A prova dos 9

Hoje tivemos um filho. Dois na verdade, mas não vem ao caso. Foi o momento de parar na frente da câmera e enfrentar o microfone! Uma nova pauta, agora escrita de um modo diferente para ser falada (ou lida) na TV foi feita e apresentada na ordem de coragem (ou na ordem do Fabian). Foram textos de mais ou menos 8 linhas, que falamos para o olhos de camera-man. A Dessa falou sobre a festa da música, ressaltando a presença da governadora! A Bru passou a previsão do tempo, tirando a parte que a previsão deu errado! E assim se iniciou mais um ciclo da nossa fase jornalística, que mostra o quão perto estamos de acabar o semestre...

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Início, meio e segue o baile dentro da telinha.

Em 1924 que surgiu a transmissão, em Londres e analógica. Um ano depois, veio com movimento. Primeiro vieram os Jogos Olímpicos, invenções e novidades que aumentaram pós Segunda Guerra, ainda mais no quesito de qualidade de imagem. Frei José Mojica foi o nome de 1950 no Brasil, fazendo a pré-estréia da televisão e marcando o surgimento da TV Tupi, pioneira por aqui com capacidade para passar um telejornal. O rádio já estava no solo da comunicação, e alguns programas passaram para a telinha do movimento. As cores surgiram nos Estados Unidos e vieram para os brasileiros em 1972, na Festa da Uva em Caxias do Sul. E agora? Agora temos a TV Digital... Disponibilidade de horários dos serviços e o fim das propagandas propriamente ditas. Digamos que o começo da loucura dos publicitários. Ótimo! Somos jornalistas... E apostamos que cada fim é um novo começo. Em 2016 a TV analógica deixa de ser um sinal obrigatório por aqui, mas a evolução nos leva a crer que esse meio de comunicação continue com a força que tem hoje, mesmo nas camadas mais baixas da população. E do mesmo jeito que o rádio e o jornal impresso estão se expandindo, a TV não ia ficar para trás. E o futuro não reserva o fim do jornalismo, e sim uma maior especialização, um maior aprendizado (porque fácil mesmo é Engenharia).

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

FOCA NEWS: no ar.

Para treinar o nosso módulo de rádio, começado há duas semanas, tivemos nosso primeiro contato de turma com o microfone ao vivo./ Coordenando a situação, o foca âncora foi o MATHEUS, com o apoio do foca plantão RODRIGO ADAMS./ O foca RENAN falou sobre a política, incluindo os 51% de KASSAB na pesquisa do IBOPE./ Trazendo a polêmica de homossexuais nos CTGs, o foca ADÃO./ O jogo do BRASIL contra a COLÔMBIA deu sono e o foca PAGANELLA contou os lances./ LUÍS FERNANDO, foca da cultura, fez a mão e trouxe os shows de outubro e novembro./ Eu, foca BRUNA, demonstrei a indignação dos gremistas em relação ao STJD e o foca JOÃO VITOR mostrou a perda em dinheiro do INTER sem a libertadores e a semi-final do FUTSAL./ A queda da bolsa de valores veio junto com o foca GUSTAVO.//

Assim se fez o nosso programa de rádio, com vinte minutos a partir das dez horas e trinta minutos, na manhã nublada do dia 16 de outubro de DOIS MIL E OITO./ Seu nome? FOCA NEWS./ Uma ótima experiência, por mais que alguns já estejamos trabalhando na RádioFam(como a Dessa já havia comentado)./ E continua nossa saga jornalística.//

Programa Você na Escuta

Às dez horas da manhã do dia 16 de outubro de 2008 foi ao ar nosso programa de rádio.
Andressa, Mêlanie, Maria Eduarda, Dax, Jéssica, Henrique, Gabriela, Cássio e Guilherme foram os apresentadores.
A âncora foi a Maria Eduarda - que comandou o programa - organizado desta forma:

Notícias Gerais: Com Maria Eduarda, Jéssica e Guilherme.

- Crise Mundial
- Debate entre os candidatos à prefeitura de Porto Alegre
- O seqüestro da jovem menina no ABC paulista
- O novo prazo para demissão de parentes



Notícias de Esportes: Com Cássio, Henrique e Mêlanie.

- Suspensão de jogadores do Grêmio
- A derrota da Seleção Brasileira no Maracanã
- A semi-final do futsal brasileiro

Notícias de Cultura: Com Andressa, Gabriela e Dax.

- Terceiro Festival de Animação de Gramado
- Prêmio Fato Literário, Música e Teatro
- Charles Kiefer e Feira do Livro


A experiência foi ótima - apesar de alguns de nós já estagiarmos na rádio -, pois nos mostrou como ela funciona além da teoria.

Seguem abaixo, os vídeos que fizemos durante a transmissão:

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Fotos:





sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Módulo Rádio

Com a experiência de uma transmissão ao vivo encerramos o nosso segundo módulo, dando mais um passo nessa nossa trajetória. Sobre ele (o rádio), podemos contar assim...

Há 3 semanas, 2 de outubro de 2008, conhecemos a história desse primeiro meio de comunicação brasileiro.
Lembram das tele-novelas? Pois é, no final do séc XIX e início do séc XX eles viviam sem as brigas de Patrícia Pillar e Claudia Raia (Flora e Donatela de A Favorita).
Foi o gaúcho Roberto Landell de Moura que chegou às conclusões sobre transmissão de informações sem fio, mas quem patentiou foi o italiano Guglielmo Marconi - um padre e físico.
Tá bom aí? As peripécias jornalísticas não ficam só nisso... Quem se aproveitou do meio de comunicação foram Churchill e Hitler, que passavam as suas genialidades (ou as suas loucuras, como queiram interpretar) por meio desse nosso futuro veículo de trabalho.
No Brasil, a primeira transimissão veio em 1922, mesma data da semana de Arte Moderna, do lançamento das vanguardas... Uma revolução! E o que foi ao ar foi um discurso do então presidente Epitáfio Pessoa.
Em 1923 veio a primeira emissora nacional e o auge se deu com o Repórter Esso.

AM ou "amplitude modulada", podemos resumir como maior alcance e menor qualidade de som, por isso que as rádios dessa sintonia não trabalham com muitas músicas. FM ou "freqüência modulada" tem maior qualidade de som, com uma maior sequência musical, mas menor alcance, não chegando em todos os lugares. Em 1970 estoura no Brasil o FM Estéreo, trazendo o rock para o cenário nacional.

O futuro? Já dizia Roosevelt: "O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos". Mas o nosso, ou o do rádio, em especial, está focado em Rádios digitais, podcastings, celularea e last.fm. Deixo maiores explicações pro Pellanda, ele nos dá um baile em relação à tecnologia (em consideração ao modo com que ele e seu celular fazem a chamada).




No dia 9 de outubro, tivemos um debate sobre o rádio e logo depois, com uma pauta da nossa escolha, testamos a nossa voz no saguão da FAMECOS. Passamos a nossa notícia, seguido do nosso nome e depois nos reunimos no nosso QG (sala 107) para ouvirmos e trocarmos nossos nervosismos.
Para um primeiro contato, parabéns pro pessoal!
Alguns estavam quase morrendo na fila, outros nem olharam pro Pellanda (ressaltando que a gripe nos tirou a presença de Fábian na aula), e teve aqueles que engoliram o microfone. Natural. Somos bixos mesmo e a hora de errar é agora.



Para finalizar o processo e pular para o próximo módulo (sem camiseta de time na TV, hein?!) entramos na RádioFam ao vivo. Todos, em grupos de mais ou menos 10 pessoas. As nossas experiências foram relatadas abaixo, ainda na aula, como ORDENARAM nossos coordenadores. Resta desejar sucesso pra gente: Dessa noa programas Ultra-som, Fato consumado e no Congestão (ocupadérrima ela) e a Bru no Resumo esportivo. Não saia daí.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Sobre o SET Universitário

Foi o melhor momento de integração entre alunos e pessoas do ramo.
Com palestras e oficinas, mostrou que a convergência de todas as formas de comunicação é tendência e há necessidade de adaptação.
O destaque ficou para a palestra de Luli Radfahrer que, com seu carisma, soube prender a atenção do público e nos deixou abismados com seu conhecimento e sua visão de mundo. O SET ocorreu nos dias 22, 23 e 24 de Setembro.

Segue abaixo um dos nossos momentos de entretenimento no saguão da FAMECOS, perto da estrutura montada pela produtora Opinião.

PS.: O Fabian é atencioso, sim. Era só no contexto do vídeo. Entendemos a correria, ok?

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Construindo o Labjor

O Labjor deste semestre ficou sob nossa responsabilidade. Hoje a aula foi dedicada à revisão dos textos das matérias e organização das editorias, para, na aula da semana que vem, finalizarmos o processo.
É incrível que, em apenas uma semana, tanto material tenha sido produzido. Mas é aí que vemos o quanto trabalhar em conjunto influencia no resultado final. Temos uma idéia vaga do trabalho de cada um, mas acredito que a surpresa vá ser grande quando o jornal for publicado. E tenho certeza que - mesmo que alguns não admitam - esse jornal vai ficar guardado lá no fundinho da gaveta, como relíquia do nosso início nessa vida acadêmica.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Contradição. O fim do jornal e o nosso começo.

Sobre a primeira parte da aula:

Foi alí por 1300 que a comunicação geral começou. Estamos falando é de um quase jornal lançado na época para informar a população. Se deu certo não sabemos, mas certamente ele evoluiu o suficiente para chegar até aqui.
Os COPISTAS (é, isso mesmo) escreviam em pergaminhos e faziam as suas cópias em madeiras e... segue o baile (ou a comunicação)! Era assim e, graças à evolução, não o é até agora.
Logo depois já começou aquela história de papéis pregados em postes e "atirados" nas ruas como informativos. Isso sim que era criatividade!
Hoje temos o rádio, a televisão, a internet e todos os outros meios mais alternativos.

Mas a maior parte do debate feito em aula foi uma possível saturação das pessoas pelo jornal escrito (poderíamos dizer assim?). Enfim, são de 60 a 70 páginas de todas as loucuras que se possa imaginar e as pessoas ocupadas de hoje, às vezes (dizemos, quase sempre), não têm tempo para isso e passam despercebidas pelos acontecimentos. Olham no máximo as figuras ou leêm o lead (3Q ou 3Q+O+C+P) para, no mínimo, terem o que falar. E o Jornalista, que passa seu ciclo em uma redação se dedicando, onde fica? Fica na lembrança de um trabalho insano, como TIM LOPES, que entregou sua vida pela profissão. Ou estão aqui e ali, escolhendo o que deveria ser relevante para mostrar todos os dias.
Há controvérsias, mas tecnologia é algo incontestável. Não podemos fechar nossos olhos para as mudanças que acontecem diante de nós. E talvez esse administrador do jornal, que de jornalista não tem nada, não enxergue muita coisa. Não veja os interesses das pessoas, as suas necessidsades e tudo que vem junto com isso. Enfim, o que chega na nossa casa muitas vezes não nos interessa mesmo.

Até onde vai essa onda de mandar nos escritores, assim como na gente? Será que as pessoas continuarão sendo clientes de um jornal cada vez mais entediante? Esse seria o fim do jornal escrito? Seria o fim do prazer de sujar as mãos com a tinta e poder apreciar tudo pelo toque?


Segunda parte da aula:

A nossa trajetória mais real no jornalismo talvez esteja começando. Usamos os outros 45 minutos do jogo para colocar o plano em prática. "Suspeitos de um crime perfeito". Primeiro a burocracia da distribuição (mãos pra cima, pessoal!). É hora da escolha. Nos separamos, e podemos aqui relatar caminhos levados ao acaso.
Dessa e sua paixão por música (é, ela é assim). Pra quem não conhece, toda essa cabeleira loira não representa nada do que se vê. E ela se entrega, se apaixona, sabe o que quer e diz o que pensa.
A Bru largou a fissura pelo futebol (são vários os motivos) e partiu para a página policial. Subir o morro com colete à prova de balas e desvendar o tráfico de drogas em casas de família. Nem tanto, né?
Essas foram nossas escolhas, tiradas de: opinião, geral, mundo, cultura, política, polícia, esporte, economia. A pauta foi escolhida e até semana que vem teremos novidades nessa nossa corrida pela informação.


Que seja dada a largada! Além de famequianos animados, somos jornalistas. E sabemos que esse mundo da comunicação não vai acabar, apenas se renovar para o mais interessante. E vamos tirar proveito, até a última palavra proferida, do que esteja (ou não) ao nosso alcance. São ossos do ofício.

Beijos a todos, inclusive aos nossos queridos professores (bem puxa hahaha), até ao Eduardo que nos largou ;P.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Jornal: um ciclo de 24 horas

Ao falarmos que cursamos jornalismo, os comentários quase sempre se resumem a uma única frase: "Ah, então você brinca de fazer faculdade. Jornalismo é muito fácil!"
Mas nós, que começamos a viver um pouco desse "mundo" da comunicação, sabemos que não é tão simples assim. Exemplo disso foi a explicação do Professor Fábian sobre como funciona um jornal.
Ainda é cedo para entendermos de verdade o que realmente acontece nessa vida corrida, mas já pudemos sentir pelo menos um pouco do que está por vir.

Na redação da Zero Hora, o movimento começa às 7 horas. A partir daí os editores começam a chegar, juntamente com os primeiros repórteres que vêm em busca das sugestões de pautas deixadas pelos chefes de reportagem no final do dia anterior. Os cadernos são as primeiras partes do jornal a serem fechados.
No decorrer da manhã, os chefes de reportagem já fazem a primeira reunião, os cadernos começam a ser finalizados, as matérias prontas já são desenhadas nos paginadores e o setor de transportes voa.
Ao meio dia, os editores de fechamento já estão na redação para verificar as matérias já feitas ou em andamento. Começa a corrida contra o tempo. A redação lota, ouve-se as rádios e na impressão os primeiros adiantos rodam.
No começo da tarde, há a preparação para a primeira reunião geral, onde há uma aposta nas matérias mais importantes. Nela, os editores "vendem" suas matérias, decidem onde o jornal investirá forças e começa-se a estruturar o jornal. Ao final da reunião, os editores voltam e apresentam o jornal para a equipe. É hora de sentar e escrever.
Ao longo da tarde, faz-se o espelho do jornal, os repórteres vão voltando à redação, os cadernos já rodados começam a chegar na circulação e, depois, inicia-se a escolha das matérias e fatos e a montagem do mapa de distribuição.
Sete horas da noite: Os textos feitos são lidos e já editados. É feita a diagramação e as primeiras páginas precisam ser baixadas. Cada página tem sua hora de baixar e nada pode atrasar, pois às 22 horas fecha-se o jornal.
Os caminhões levam os jornais a seus destinos à meia-noite e o interior é o primeiro a receber, pois as primeiras edições vão para lá. Enquanto isso, na redação trabalha-se para terminar a terceira edição e o ritmo diminui.
Na madrugada, ficam os plantonistas para o próximo jornal e os profissionais da zerohora.com. A impressão total do jornal acaba às 4h e às 5h o sistema é ajustado para o outro dia.
O jornal, às 6h já está sendo vendido e uma hora depois, na redação, o ciclo recomeça.

Fôlego para nós, então. Não parece, não deve e com certeza veremos que não é fácil. E se os comentários deveriam se resumir a apenas uma frase, essa frase deveria ser aquela que já conhecemos muito bem: "Se fosse fácil, deveríamos fazer engenharia."

Com ela ou sem?

Ela em questão seria a Internet. Quando tocamos no assunto esquecemos que já nascemos em um mundo digital, mas que certamente nossos avós não tiveram tanta tecnologia assim tão perto. Talvez nem tão longe, quando - de uma hora pra outra - surgem televisões na palma da mão, nossos pais sequer sabem ligar um computador. Não são todos em geral, mas a rede transforma em partes a vida das pessoas. Nós, estudantes, passamos, se não a maior parte, grande parte do nosso tempo em sites de relacionamento e batendo papo até com nossos vizinhos. E se em uma loucura terrorista, tudo parasse? Claro que isso não aconteceria (segundo nossos queridos professores), mas certmanete abalaria a vida de uma grande parte informatizada da população. Seria praticamente o fim do mundo, pois estamos diante de uma comunicação em massa. Distância é uma coisa que já não existe mais. Parece poético demais falar assim de um complexo de redes, mas desde 1969, a mentalidade foi mudando o suficiente para chegar até aqui pensando única e exclusivamente em evolução.
Mais tecnicamente, a ARPA (Advanced Research and Projects Agency) criou a Internet durante a Guerra Fria, com fins de pesquisas interligadas. Acabados os conflitos, eles a passaram para as universidades dos EUA e logo para os países do mundo. Tim-Berners Lee trouxe o World Wide Web (WWW), armazenando informações que poderíam chegar ao acesso de qualquer um. O Brasil, normalmente atrasado, a trouxe em 1991, com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa) e depois em 1995, foi usadas em lugares acadêmicos.
O que nos resta hoje é uma "orgia" de arquivos, justamente para serem aproveitados. A rede se torna o meio de comunicação de mais fácil e abrangente acesso. O meio de consumo aposta com tudo na força que a internet vem tendo e investem cada vez mais. Por sua vez, novos lançamentos surgem. E assim o mundo gira em torno de uma conexão. Você tem a comodidade de se deixar levar e não precisa sair de casa pela facilidade que te reserva neste novo universo. O universo da tecnologia.
A pergunta em questão é: até onde as pessoas esquecerão dos grandes prazeres da vida e ficarão na frente de um computador? A internet trouxe facilidade, mas fez com que esquecêssemos de fazer o que sempre nos trouxe felicidade: um passeio no parque, umas compras no shopping, às vezes até a loucura da fila do banco. Por mais que a vida corrida obrigue você a optar por essas opções, não vale a pena reservar um tempo apenas para curtir?

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Apresentação?

Tarefa do dia: criar um espaço para mostrarmos nosso pensamento com um jeito só e revelarmos as nossas expectativas em relação ao início do curso. Para quem não sabe, estamos começando a faculdade de Jornal na PUCRS. O blog é, ou pelo deveria ser, um espelho da matéria dada nas aulas de Laboratório de Jornalismo - misnistradas pelos professores Fábian Thier e Eduardo Pellanda. Nós, Andressa e Bruna, que estamos aqui com toda a nossa bagagem emocional, esperamos que nossas idéias sejam compreendidas. Portanto, que a comunicação seja feita.